sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Superei os meus medos

Superei os meus medos Pensavas que o meu coração não aguentaria. Pensavas que me tinhas nas mãos. Mas só me irias valorizar no dia em que eu desistisse de nós — definitivamente. Não acredito em ti. Não sabes o que eu sinto. Sabes apenas usufruir dos meus sentimentos. Cada frase que escrevo traz sangue da alma e lágrimas que se formam nos olhos. Sei que não sou importante para ti. Já tens princesas na tua vida. Sei que não sou bonita nem perfeita, porque as encontraste. Descubro agora que durante todo este tempo me fizeste acreditar que eu nunca era suficiente. Amei-te sem querer bens materiais. Era só amor — sem exigências, sem trocas. Nunca precisei expor fotografias para provar nada a ninguém. Na verdade, estou a viver uma vida da qual me orgulho. Orgulho-me de quem sou, do que faço, do que me faz feliz. Tomo decisões — boas ou más — baseada no que sinto e no que é certo para mim. Não espero trair, nem agarrar quem aparece, nem aceitar provocações achando que isso curaria meu coração. Não sou igual a ti. Tenho a cabeça no lugar e sei o que quero. Corri atrás de ti durante anos. Quando finalmente me tiveste, não te importaste com a minha dor. Desiludi-me ao acreditar que contigo seria diferente. Estou a aprender com a vida, a crescer, a descobrir-me neste mundo confuso. E há algo que continuarei a praticar até ao fim dos meus dias: aprender com os erros, cair e levantar. Mesmo não sendo perfeita, serei verdadeira e darei sempre o melhor de mim.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Falem de mim

Falem de mim, por favor, não se escondam ao falar. Estou habituada. Nada do que dizem tem o poder de me tornar no que inventam. Quem fala demais quase sempre mente — porque acaba por esgotar o estoque de verdades. Poucos me conhecem de verdade. Curiosamente, são esses que menos falam. Já os que nada sabem são sempre os mais barulhentos. É mais fácil julgar os outros do que encarar quem somos. O ser humano é uma contradição fascinante. De tudo isso, faço uma coisa só: transformo em alegria. Uma alegria única.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Só sei que te amo

Desculpa a extravagância. Não cabes nos meus argumentos, desmontas‑me com a tua presença. No nosso mundo atrevido já não sei quem enlouquece mais: eu ou tu. As aventuras cometidas sob a noite de luar, as provocações, os beijos que não acabam. Ui… perco‑me nas palavras. Credo, quando me agarras e me viras do avesso. Mãos que percorrem todo o meu corpo, sem pedir licença. Mesmo sem saberes, incluo‑te nos meus planos. Estás sempre no presente. Não sou mulher de esperar decisões. Sou aquela que te faz repensar a tua vida. Adoro provocar‑te. Adoro, sobretudo, amar‑te. Deliciar‑me em ti, render‑me ao desejo — mais forte do que eu. Apetites destas doidices nunca me faltam. Tocas‑me de um modo que me tira o controlo. Amo as nossas aventuras. Muito. Até para todo o sempre.